TODO DIA ...É 1 TEXTO NOVO!!!

30 de set de 2011

Rio de Janeiro!!!!

MV BILL-GABRIEL-D2-B NEGÃO-SPEED E BLACK ALIEN-RRR-ARTIGO 288-5ANDAR-EZN-3PRETO-FILHOS DO GUETO-DMA-KAPELA-PAPORETO-FK-CONE CREW-RAPRESS-DURANGOKID-NSS-VANONE-MACARRÃO-MRBOCA-PDE-DAMAS DO RAP-GUTIERREZ-FUNKERO- OBANDO-B32-CONTENÇAO-DELANO-TOGHUM-TALLES-WELF-PZS-LATAJMAHAL-PONTO50-NAT-ANFETAMINAS-NEGATIVA-OESTE SELVAGEM-DMT-MR CATRA-WF-NOCAUTE-INUMANOS-UNQNSC-BAIXADA BROTHERS-ARTGO331- A RESISTENCIA-FIELL-DINHOK2-PSG-CS22-CTC33-MCWIZA-BANDEIRA NEGRA-AFRIKABATATA-SUAVE-TITO-MFC-MAD-MARCÃO-ANDRÉ RAMIRO-LÁPIDE-BIGULI-LOCOMOTIVA-TULIO DECK-CIENCIA RIMATICA CONTROLE DO FUNK ,SUPER QUENTE,BRILHO DO FUNK UNIÃOFUNK RAP .DAMAS DO RAP.QUEBRADOS DO BREAK.MOVIMENTO FUNK CLUB.RADICALRAPS.ADEMIR LEMOS,HIPHOP EXPANÇÃO, MISTER ZOY,DJ MALBORO,FILHOS DO GUETO,BIG RICHARDS,D2,,EDU,EVA SAMAJA,BUQUE,VINNEMAX,MAD,GERO,CORAGEM,GAS-PAR,LORD SA

28 de set de 2011

Jamaica

Música da Jamaica

As origens do MC no cenário musical atual, vem dos DJs da Jamaica ou que tocavam Músicas Jamaicanas (não confundir com o DJ do hip hop, que teve sua origem no seletor ou selectah da música jamaicana).

A história dos registros do deejay jamaicano pode ser rastreada até a era do SKA, quando os homens que pegavam o microfone durante a dança podiam ocasionalmente ser ouvido em Vinil, gritando uma introdução e/ou lançando de repente seus bordões.

A voz do lendário Winston "Count" Machuki, por exemplo, pode ser ouvida no vinil do Baba Brooks "Alcatraz"

(link do som pra quem quiser ouvir)

Seu nome artístico Count Matchuki tem haver com seu hábito de mascar palitos. Primeramente ele trabalhou no Tom the Great Sebastian system e depois no Tokyo the Monarch system...

Começou sua carreira em 1950 como seletor do sistema de som Tom The Great Sebastian, na época que a música mais tocada na Jamaica era o R&B americano.Passou por outros sistemas de som até chegar ao Sir Coxs one Downbeat ligada a gravadora Studio 1, onde alcançou o ápice da sua carreira.

Coxs One Down Beat

Gravadora fundada por Clement “Coxsone” Dodd em 1963 conhecida como Motown Jamaicana, mas para falarmos do Studio One precisamos inicialmente falar de Sir“Coxsone”Dodd...

Jamaicano de nascido em 1932 migrou com o pais para o sul dos E.U.A., onde estes possuíam uma loja de discos, com isso Coxsone pegou gosto e conhecimento pela industria fonográfica,o principal ritmo negro na época era o R&B que estava se tornando popular também na Jamaica, para onde Coxsone voltou em 1954 e fundou uma das primeiras Sound Systems com grande potência (30.000 W) da Jamaica a “Sir Coxsone Downbeat” (Coxsone vem da sua grande habilidade no cricket onde seus amigos o comparavam à Alec Coxon, jogador do Yorkshire County Cricket Club) e ao lado (ou contra) da Sound System de Duke Reid dominavam a cena dos guetos de Kingston.

Essa disputa não era nada amigável e se embasava em músicas exclusivas que só eram tocadas por cada um deles, essa disputa se tornou tão acirrada que são relatados casos de jovens arruaceiros contratados somente para causar confusões em festas dos rivais, eles eram denominados “Dance hall Crashers”.








Count Machuki

Machuki Começou repetindo chamadas para festas nas introduções das músicas e percebeu que as pessoas gostavam de um mestre de cerimônias, não feliz em só repetir as mesmas coisas Machuki começou a compor suas próprias falas, assim ganhando muitos admiradores.

Foi ele quem começou com os chamados peps, o famoso som vocal repetido diversas vezes acompanhando a batida da música, muito popular no ska. A pronuncia mais próxima seria algo como "Chika-a-took-Chika-a-took-Chika-a-took", bem notável em sua música "Movements".
Os peps criados por Count Machuki são as raízes do que nós conhecemos hoje como beat box.
No final dos anos 60, devido à pouco retorno financeiro ou reconhecimrnto pelo seu trabalho, ele abandona a indústria musical.



Ele aparece no documentário Deep Roots Music do final dos anos 70, junto com Sir Lord Comic.
Mesmo sendo tão importante na história da musica jamaicana Count Machuki nunca gravou um disco, possui apenas alguns sons gravados que são difíceis de se encontrar.


Ele introduziu King Stitt ao soundsystem de Coxsone Dodd e Stitt tomou a liderança como deejay quando Matchuki foi trabalhar com Prince Buster e quanto a Sir Lord Comic ?
Bom ele fez um impacto com duas batidas massivas que foram efetivamente creditadas em seu nome - "Ska-ing West" e "The Great Wuga Wuga ".




O papel do deejay neste momento, no entanto, ainda estava confinado à salões de dança durante o dia, incentivando os dançarinos e promovendo os sound systems nos quais foram aparecendo.
Devido a seu público ser formado por pessoas de baixa renda dos guetos jamaicanos, os deejays também divulgavam notícias que ouviam nas rádios, devido ao fato de que ter um rádio em casa era um privilégio de poucos freqüentadores dos salões de dança jamaicanos nessa época.
A década de 70 marcou o início da ascensão do DJ jamaicano, uma tendência que continuou durante a era do roots e tornou-se dominante em toda a fase dance hall e ragga...
Vários dos mais talentosos DJs que se teve notícia no início dos anos 1970 (notadamente Big Youth, Dillinger, U Roy e Prince Jazzbo) continuaram a fazer gravações na era do reggae roots, alguns para as seus próprios selos.
Eles e os seus numerosos rivais da próxima geração já não simplesmente adicionavam à emoção da dança com slogans: o deejay nessa época faziam comentários sobre as tribulações dos "sofredores" dos guetos, aulas de História a partir de uma perspectiva do negro e o canto dos salmos.
A aproximação com a cultura hip hop original é máxima!!!!

27 de set de 2011

SOU MÚSICO OFIÇIALMENTE FALANDO!!



SONHOS!!


EM DUQUE DE CAXIAS A DELEGACIA DA ORDEM DOS MÚSICOS VAI COLOCAR EM PRÁTICA UM SONHO DE MUITOS MCS E DJS DA BAIXADA...


DEPOIS DE 6 MESES DE AULAS GRATUITAS DE MÚSICA OS MCS E DJS FARÃO UMA PROVA E GANHARÃO A CARTEIRA DA ORDEM DOS MÚSICOS...

ONTEM DIA 26 DE SETEMBO DE 2011 ESTE SONHO COMEÇOU COM A POSSE DO NOVO DELEGADO O SENHOR ALAN JUNIOR , QUE FOI JUNTO COMIGO UM DOS ARTICULADORES DESTE PROJETO...
SEGUE AS FOTOS DO EVENTO NA CIDADE DE DUQUE DE CAXIAS , ONDE ESTAVA LA NA MESA REPRESENTANDO OS MCS E DJS E DEPOIS NO PALCO FAZENDO O VELHO IMPROVISO!!!


orgasmo!!!

Charles Chaplin...
A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina.
Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente.
Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.
Texto de Charles Chaplin - Ótimo. Reflexão Charles Chaplin. Crônica Charles Chaplin.



Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo.

Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar.




Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria.

Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.

Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando.
E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?


26 de set de 2011

MACACOS...

Como disse o Cesar: NNNNNNNNNÃAAAAAAOOOOOOOOOOOOOOOO!!!

slow

O hip-hop cubano na visão de Slow da BF



Slow no Rotilla FestivalSlow no Festival Romerias de MayoSlow gravando no Real 70Slow e David ´Omni`Slow e Charles Mutcha RimaSlow e Aldo ´Los Aldenos`Graffiti de Lazaro YairanGraffiti de Lazaro Yairan






















Slow da BF esteve na ilha dos Castros duas vezes em menos de 1 ano. A primeira vez foi agosto de 2010 no Rotilla Festival onde se apresentou com a banda Antizona e com Lica Tito. A segunda vez foi em maio de 2011 no festival Romerias de Maio, em Holguín e também como convidado da produtora cultural Matraka, para assistir a terceira edição da premiaçãoPuños Arriba, em Havana.

Após o polêmico documentário produzido pelo jornal Extra, resolvi aprofundar mais o tema com esta entrevista. Nela, Slow cita artistas, estúdios, crews, fala do grafitti e diz que o MC paulista Kamau é conhecido por lá e mais. Confere aí o que ele tem a dizer sobre o cenário atual em Cuba.

Central Hip-Hop (CHH): Slow, fale um pouco sobre o cenário hip-hop que você teve contato em Cuba. Que artistas (MCs) você mais se indentificou?

Slow: Acho que o cenário cubano é o mais frutífero da América, pois além da clara qualidade e da vocação musical dos cubanos, existe uma série de fatores adversos que pela lógica, dificultariam o processo artístico, mas isso não ocorre.

Mesmo com todo o véu de proibição que existe em várias camadas de representatividade, seja de classe ou de condição política, o MC cubano escreve sobre toda essa problemática e de forma poética (mesmo sendo firme) consegue ainda colocar nas letras o humor, deboche e a raiva necessária que se precisa ter para dizer certas coisas.

No graffiti a coisa fica ainda mais difícil. Os caras não tem acesso a latas de spray e passam por um processo de censura, que aqui não é nem pensado como real, mas que lá na ilha é real. Estou falando da pressão ideológica exercida pela polícia e pelos poderes estabelecidos.

Além de serem muitas vezes vigiados enquanto pintam é necessário dizer o motivo da pintura e por mais ridículo que pareça, eles querem que o grafiteiro diga o que ele quer dizer com aquela pintura, ou seja, existe uma patrulha ideológica pairando feito abutre na coisa que deveria ser mais livre no mundo: a expressão artística. Então posso dizer que o graffiti em Cuba é o melhor do mundo também.

Quanto ao break e ao DJ, o mesmo problema se observa. Não existem as famosas MK2 na ilha. Como o DJ vai ser DJ sem os toca-discos? E o vinil também não é fácil de ter.

O B.Boy não tem muito acesso ao que existe de novo na dança, pois a internet é ínfima, quase inexistente. E até DVDs são raros. Então o cara dança quase que por extinto. Podemos dizer que eles são os melhores do mundo também.

Em Cuba tive contato com os MCs da banca Real 70 e dentre eles os que eu mais me identifiquei foram dois: El B (pelo freestyle do cara que é impressionante) e o Charles Mucha Rima que é de longe o melhor flow da ilha. Gosto muito da dupla Obsession (MC Magia e Alexei) e das Las Krudas.

CHH: Quais temas são abordados por estes MCs? Como estes artistas lidam com a censura?

Slow: Alguns MCs escrevem muito sobre a censura e a falta de liberdade de uma forma bem direta, como o Esquadrón Patriota e os Los Aldeanos. Outros conseguem escrever sobre a mesma coisa usando metáforas. E outros não falam muito sobre este assunto.

É bem diversificado. Somente em Cuba eu vi o rap dividido em governamental e não governamental. Isso faz toda a diferença ao escrever e se portar. Os que não são da Agência Cubana de Rap escrevem mais coisas relacionadas com o bloqueio e com a fome por exemplo, enquanto do outro lado não.

CHH: Fale sobre o Real 70 e a música "Ponha a mão pra cima".

Slow: O Real 70 é um grupo de artistas que levam a sério o ideal do Hip Hop e os caras são unidos e produzem muitas coisas, basicamente mais da metade de tudo de bom que foi e é feito na ilha, com poucos recursos tecnológicos, mas com muita disposição.

A música “Ponha a mão pra cima” foi uma união de MCs do Brasil e de Cuba junto com dois DJs, um brasileiro e um da Espanha. Foi gravada no Real 70 que é a casa do produtor Papa Humbertico (Mano Armada) na Rua Real número 70, daí o nome da crew. Foi um som feito na madrugada e masterizado aqui no Brasil pelo Fábio Broa, na RZN (Méier).

CHH: De que forma o rap underground distribui suas produções dentro da ilha e como eles se conectam com o mundo?

Slow: Os cubanos dependem muito da visita ou do contato do mundo de fora da ilha para se divulgarem e até para exportar seus produtos culturais. Dentro da ilha é muito difícil e tudo é feito artesanalmente e distribuído de mão em mão. Pra sair da ilha é difícil, não é fácil.

Além da falta de grana, tem o problema político. Um exemplo ocorreu com o MC El B que foi duas vezes ganhador de uma batalha de MCs patrocinada por uma marca de energéticos famosa.

Ele não pode defender o seu país, pois o governo não autorizou ou não facilitou a saída do MC. Conclusão, ele não viajou. Alguns grupos como os Los Aldeanos e Mano Armada hoje já conseguem saem do país. Estes já se apresentaram na Venezuela, México, Colômbia e Estados Unidos. O grupo Obsession cantou em Nova York, no Teatro Apollo. A maioria consegue entregar suas produções para os turistas postarem na internet no mundo todo e assim ficam mais conhecidos. Eu mesmo trouxe muita coisa de lá.

CHH: O que é o Puños Arriba e o que ele significa para este novo hip-hop cubano?

Slow: É uma premiação do rap Cubano que já aconteceu três vezes no Teatro América, no centro de Havana. É impressionante e muito criativo, pois as premiações são inusitadas: melhor capa de cd, melhor introdução, melhor participação, melhor música de tema social e por aí vai. Talvez seja a grande chance de divulgação e de reconhecimento do rap na ilha toda. A policia chega em peso. A imprensa parece não saber e por isso não divulga. Nós fomos os primeiros estrangeiros lá.

CHH: Fale mais sobre o graffiti Cubano e sobre os artistas brasileiros que já passaram por lá.

Slow: Em Cuba existe graffiti. E é muito forte o papel dos muralistas. Achei muito criativo o que eles fazem, mesmo com poucos recursos. Conheci um grafiteiro lá da 5 Star Crew que pinta muito bem, mas não tem spray. Ele tem que pintar somente com pincel, brocha, rolinho e até canetinha. OsGemeos, Vitché e Nina já estiveram lá com o projeto CubaBrasil. Outros brasileiros talvez estiveram, mas não to ligado.

CHH: Em sua opinião, como o hip-hop brasileiro é visto pelos MCs cubanos? O que eles conhecem? Como seria a recepção destes artistas aqui no Brasil?

Slow: Os cubanos que troquei ideia não conhecem muito do rap do Brasil. Deixamos lá uma grande quantidade de rap brazuca. O Papá Humbertico falou que conhecia o som do Kamau de São Paulo. O Xis de sampa já esteve lá e gravou com uns caras e tal e agora nós. O Flávio Renegado também passou por lá em 2010. Eles seriam muito bem vindos aqui no Brasil, por que os brasileiros no geral também não conhecem o rap de lá. Seria interessante ver esses caras do Real 70 aqui.

CHH: Que imagem os MCs tem do Brasil?

Slow: Eles amam o Lula. Todos com quem falei acham até que ele "aperta um" (risos). O cara “é o cara” lá na ilha. Ouvi muito sobre como os dois países se parecem e são como irmãos, filhos da áfrica, mas de dois hemisférios diferentes. Como os cubanos não curtem muito os Estados Unidos, somos vistos como a potência da América.

Não entendem muito de futebol, pois lá só rola mesmo o baseball, mas sabem que somos os melhores do mundo (?).

Acham a Dilma uma mulher forte, e que segundo eles, ela vai continuar o trampo do Lula. Falam muito das nossas mulheres e ficaram surpresos quando tocamos hardcore com rap. Os nossos números assustam um pouco os caras: tiragem de jornal, número de cidades e outras coisas.

Ah! Eles amam as novelas brasileiras acima de tudo. É uma febre total. Eles aprendem muitas músicas brasileiras através das novelas e nem sabem que o conceito novela veio de lá (mas isso é outra historia).

Tem um som do Mano Armada chamado “Que Bolá” que diz: "(...) como Lula da Silva la suya politica mi condicion de artistica es empirica (...)". Isso mostra bem o respeito que eles tem por Lula e pelo Brasil no geral. Com os cubanos que falei, ficou clara a alegria que eles tem ao saber da nossa liberdade aqui como artista.

Lá também tem umas coisas bem ruins musicalmente falando, mas que como aqui são extremamente populares. Assim como aqui no Brasil, em Cuba encontrei um povo que sofre, mas ri. Eles sofrem, sorriem, não se rendem e tem estudo.

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[+] Saiba mais sobre o Rotilla Festival (em espanhol)
[+] Assista ao documentário “Conexão Hip-Hop Cuba/Brasil”, dirigido por Pedro Serra

Leia também
[+] Cuba: hip-hop independente de gobierno!

*Slow da BF é MC, membro Zulu Nation, integrante do grupo Esquadrão Zona Norte, curador da Liga dos MCs (nível nacional e no Rio de Janeiro), vencedor do prêmio Hutus como melhor MC de batalha do Brasil (2003) e duas vezes o prêmio de melhor MC de batalha do Rio (Rap Festival, 2004 e 2005) e parceiro da banda de Antizona.

25 de set de 2011

winnicott.....slow...

Donald Woods Winnicott

Winnicott desfrutou de uma rica e plena vida pessoal. Seus hobbies favoritos incluíam a pintura e a música. De pequeno, participou de recitais de piano em sua Escola Metodista Wesleyana, de Cambridge, o Colégio Leys, e, mais adiante, na idade adulta, continuou seu amor pela música, apreciando desde dos Quartetos de Cordas, de Ludwig Van Beethoven aos êxitos do pop de The Beatles.

IMAGINE

Você pode achar que sou um sonhador
Mas não sou o único
Espero que algum dia você se una a nós
E o mundo irá viver como um

Imagine não haver posse
Eu pondero se você consegue
Sem necessidades para ganância ou fome
Uma irmandade de homens

Imagine todas as pessoas
Dividindo todo o mundo...

(Trecho da música Imagine – Beatles)

A INFÂNCIA ...

Caçula e único filho homem de John Frederick Winnicott e Elizabeth Martha Woods Winnicott, Donald Woods Winnicott nasceu em 7 de abril de 1896, em Plymouth na Inglaterra.

Suas tantas conquistas parecem ter ligação com as origens de seu próprio nome: "Donald" - nome profético derivado da antiga palavra celta que significa "poderoso, vigoroso"; "Winn", palavra saxônica que possivelmente signifique "amigo"; e de "Cott","casa" que sugere "estabilidade de vida".

Frederick Winnicott, que o próprio Winnicott descrevia como sendo, "extremamente preocupado, durante meus primeiros anos, com a cidade e com os negócios... Também teve sua trajetória brilhante: cursou a Escola da George Street, em Plymouth; foi Secretário Honorário do Instituto de Mecânica; Presidente da Associação Mercantil de Plymouth; e, em1924, agraciado Cavaleiro, pelas mãos do Rei George V, no Salão de Gala do Palácio de Buckingham.

Já a mãe, Elizabeth Winnicott, filha de um químico e farmacêutico de Plymouth, supervisionava a casa e cuidava de Donald e de suas duas filhas mais velhas, Violet, nascida em 1889, e Kathleen, em 1891. Além da família nuclear, viviam na casa uma tia de nome Delia, a babá de Donald, Allie, e uma governanta para Violet e Kathleen, além de uma cozinheira e várias copeiras.

Winnicott pai dedicava tanto tempo à cidade, exceto aos domingos, reservado à Igreja Não-Conformista, em que o jovem Donald tinha o prazer de voltar para casa caminhando ao lado do pai, por cerca de dez minutos que acabou deixando seu filho rodeado e mimado somente por mulheres: mãe, irmãs, tias, babá, governanta, cozinheira, copeira e as diversas parentes que viviam do outro lado da rua, levando-o mais tarde a referir-se a elas, como sendo suas "múltiplas mães".

Diante deste relacionamento quase que escasso com o pai em seu desenvolvimento, sua dedicação em pesquisar voltou-se para a essência da maternidade e a relação entre a criança e a mãe, deixando de lado a figura paterna e focando a maior parte do seu trabalho apenas na mãe e no bebê, o que foi de vital importância para a pesquisa psicanalítica.

Winnicott teve um objeto transicional – uma boneca chamada "Lily", que havia pertencido a Kathleen, a mais nova de suas irmãs. Violet e Kathleen tinham outra boneca, "Rosie", e aos três anos de idade Donald quebrou seu nariz com um malho de croquet.



Frederick Winnicott, usando palitos de fósforos, aqueceu o nariz de cera da boneca e conseguiu remodelar o seu rosto. Esta passagem na vida de Winnicott, veio a contribuir anos mais tarde para colocar que existe a possibilidade de expressar hostilidade sem aniquilar o objeto de nossa fúria e que isso é extremamente importante para a vida de um sujeito.

24 de set de 2011

tudo junto

OCULTO

Oculta consciência de não ser,
Ou de ser num estar que me transcende,
Numa rede de presenças e ausências,
Numa fuga para o ponto de partida:
Um perto que é tão longe, um longe aqui.

Uma ânsia de estar e de temer
A semente que de ser se surpreende,
As pedras que repetem as cadências
Da onda sempre nova e repetida
Que neste espaço curvo vem de ti.

Texto ambíguo e hermético que mostra um estado filosófico e do eu-lírico "Oculta conciência de não ser" - Questionador do seu próprio papel tornando-se impotente "Ou de ser num estar que me transcende".

Algumas coisas do eu-lírico mostra um certo movimento contraditório na atítese "presenças e ausências" que pode indicar uma certa decepção espontânea nessas ausências que coincide em uma fuga para uma nova tentativa: "Um perto que é tão longe, um longe aqui."

Decepção de uma condição novamente contraditória, o eu-lírico quer estar perto e aqui sem temer, sem reservas de algo novo que surgiu e se repete a cada reencontro do eu-lírico com seu objeto.

DUAL

Me sinto tão desnorteado como numa confusão de cores e formas
a fluidez da alma se deforma e retorna à frustração do silêncio imposto
de modo doloroso e cortante.
Saga africanizadamente rock n roll desmedida transpassa minha derme
em busca do tépido e acalentador coração que sangra...
a ponto de inebriar a clarividência habitual e manipular a natureza animal
que evoca ruídos nunca ecoados e santos já ignorados...
Um amor que deturpa a imagem emoldurada de um espelho cujo fogo é do ar silente do pensar que nunca cessa...

Certezas

Não quero alguém que morra de amor por mim...
Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim...

Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível...
E que esse momento será inesquecível...

Só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre...
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.

Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém...e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.

Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho...

Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento...e não brinque com ele.

E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.

Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe...

Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.

Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas...
Que a esperança nunca me pareça um NÃO que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como SIM.

Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros... Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.

Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão...
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena.

S.O.A.D.

Father, into your hands,
I commend my spirit!
Father into your hands,Why have you forsaken me?
In your eyes, forsaken me
In your thoughts, forsaken me
In your heart, forsaken meTrust in my self righteous suicide
I cry when angels deserve to die
In my self righteous suicide
I cry when angels deserve to die.

se não der certo... sorria!!


23 de set de 2011

dúvidas....

‎"Se a pílula do dia seguinte já é um aborto, então me surge uma dúvida juridica:

- A punheta: é assassinato premeditado?

- Sexo oral: é canibalismo?

- Coito interrompido é considerado abandono de menores?

- E o que dizer da camisinha?
Será assassinato por asfixia mecânica?

- E sexo anal?
É mandar o seu futuro filho à merda?
????????????????????????????????????????????????/

22 de set de 2011

Um dos meus legados!!


Oficina de Hip-Hop (Rap)


INTRODUÇÃO:


A sigla RAP é, pelo inglês, originária das iniciais de Rhythm And Poetry - Ritmo e Poesia. Rap é o discurso rítmico com rimas. Rap é um dos elementos da música e cultura hip hop.

O rap, comercializado nos EUA, desenvolveu-se tanto por dentro como por fora da cultura hip hop, e começou com as festas nas ruas,nos anos 70 por jamaicanos e outros. Eles introduziam as grandes festas populares em grandes galpões,com a prática de ter um MC, que subia no palco junto ao DJ e animava a multidão, gritando e encorajando com as palavras de rimas, até que foi se formando o rap.

A origem do Rap veio da Jamaica, mais ou menos na década de 60 quando surgiram os sistemas de som, que eram colocados nas ruas dos guetos jamaicanos para animar bailes.

Esses bailes serviam de fundo para o discurso dos "toasters", autênticos mestres de cerimônia que comentavam, nas suas intervenções, assuntos como a violência das favelas de Kingston e a situação política da Ilha, sem deixar de falar, é claro, de temas mais polêmicos, como sexo e drogas.

No início da década de 70 muitos jovens jamaicanos foram obrigados a emigrar para os Estados Unidos da América, devido a uma crise econômica e social que se abateu sobre a ilha.

E um em especial, o DJ jamaicano Kool Herc, introduziu em Nova Iorque a tradição dos sistemas de som e do canto falado e foi se espalhando e popularizando entre as classes mais pobres ate chegar a atingir a alta sociedade.

D.J. Kool Herc.
MUITO MAIS DO QUE CANTAR RAP, A OFIÇINA PROPÕE A CRIAÇÃO DE UMA VISÃO MAIS CRÍTICA DA REALIDADE E A EXPANSÃO DE UMA VISÃO CULTURAL, ATRAVÉS DA POESIA, PROSA, RITMO E PENSAMENTO. USANDO LIVREMENTE A PALAVRA, O OFIÇINA INCENTIVA A POTENCIALIZAÇÃO CRIADORA E AINDA APLICA NOÇÕES DE: HARMONIA, MELODIA, IMPOSTAÇÃO, IMPROVISAÇÃO E LÍNGUA PORTUGUESA.


CONTEÚDO PEDAGÓGICO (PARTE 1)


1-1 POESIA

-DESENVOLVIMENTO DA ESCRITA PESSOAL


-Mobilizar o uso da palavra, da narração e de signos juvenis potencialmente “comunicativos” através do uso de imagens, de produção artística a difusão de visões e versões acerca dos significados das práticas de violência contribuindo para uma nova concepção de direitos e cidadania.


-DESENVOLVIMENTO TÉCNICO DA ESCRITA


-escrever coisas que se liguem diretamente com sua vida e com sua visão de mundo, relatando experiências própias ou não. Usar a palavra como válvula de escape para delimitar suas experiências e vivencias.


-DESENVOLVIMENTO DO VOCABULÁRIO


-Utilização e conexões de diversas palavras sugeridas ou criadas pelos alunos nas frases e fazer o reconhecimento e apropriação de termos não conhecidos. Procurar usar o maior número de palavras e saber do seu significado, utilizando exemplos didáticos ou não, usando um dicionário se preciso for, para o entendimento da palavra.


-POTENCIALIZAÇÃO VOCAL E CRIATIVA


-utilização de técnicas mistas de voz, descobrindo em cada um sua energia e potencial vocal, usando a dicção a serviço do rap e se apropiando de um estilo, que o identificará em meio a tantos outros.


1-2 RITMO


-ESTUDO DAS TÉCNICAS DE RIMA (MÉTRICA)

-Utilização e complemento da poesia dentro da batida sonora, colocando enfase na dimensão do que se quer dizer e de como dizer determinada coisa.É a contagem dos sons dos versos. As sílabas métricas, ou poéticas, diferem das sílabas gramaticais em alguns aspectos. Lembraremos alguns preceitos a esse respeito: contam-se as sílabas ou sons até a tônica da última palavra de um verso.

-ESTUDO DO CANTO FALADO (FLOW)

-É a apropiação de uma tecnica vocal aprendida por meio de tecnicas na oficina ou assimiladas como um dom natural , a importancia do "flow" é a diferenciação que o seu uso pode proporcionar a cada aluno de maneira irestrita.

-ESTUDO DO CONTEÚDO (CONSCIENCIA)

- Oque se escreve e como se escreve é a meta do rap , se pudessemos separar em camadas , diriamos que o rap é a cobertura de um bolo que tem por base ou recheio a consciencia do que se diz .
Consciência é uma qualidade psíquica, isto é, que pertence à esfera da psique humana, por isso diz-se também que ela é um atributo do espírito, da mente, ou do pensamento humano. Ser consciente não é exatamente a mesma coisa que perceber-se no mundo, mas ser no mundo e do mundo, para isso, a intuição, a dedução e a indução tomam parte.

-ESTUDO DA HISTORIA DO RAP


-Difereciar rapper de mc , freestyle de letra.


1-3 MUSICALIDADE


-LINGUAGEM MUSICAL E IMPROVISO

-A técnica consiste em improvisações vocais sobre bases instrumentais. A maior diferença, no caso, é o canto falado do vocalista que não obdeçe tão cegamente a metrificação.

Anteriormente ao hip hop , na Jamaica o toast é a primeira referencia de improviso considerado um dos primeiros MCs da história o jamaicano U ROY foi um dos pioneiros na arte do "toast", surgida na Jamaica nos anos 70.

-ESTILOS CARACTERÍSTICOS

-Existem muitos estilos de cantar RAP podemos falar de 3:

-Gangsta rap
-underground
-classico

-FILOSOFIA E CONHECIMENTO

-A Zulu Nation acrescentou um quinto elemento aos quatro existentes (DJ, MC, B boy, Grafitti): o Conhecimento – consciência cidadã. Alertou-se insistentemente para a importância deste quinto elemento, para a sobrevivência e o sucesso deste movimento.

Conhecimento do mundo, cultura, para formar uma identidade e uma consciência étnica e de cidadania em pessoas, especialmente os afro-descendentespobres, que tinham difícil acesso à educação e mal conheciam os seus direitos e deveres como cidadãos...
Assim, o hip-hop se transformou em um instrumento de mudança social.


-POSTURAS TÉCNICAS E VOCAIS


- É basicamante o modo componamental e aapresentação , plásticamante falando do artistica inclui - se : a impostação da voz e o carisma paraticular na articulação do rap.


1-4 HISTÓRICO


-RAP E SEU CONTEXTO SÓCIO EDUCATIVO


-Usar o rap como exemplo de educação parceira e buscar a ampliação dos horizontes culturais dos alunos.

-HISTÓRICO DO HIPHOP


- inserir a historia de todos os elementos do hiphop no decorrer da oficina.


-RAP ATUAL


- trazer a tona o atual painel do rap , utilizando exemlos negativos e positivos do que se tem produzido hoje no cenario do rap , em forma de informação visual , sonora e comentada.


-REVOLUÇÕES PESSOAIS E PROTAGONISMO


-Tentar inserir um pensamento mais positivo na mente dos alunos utilizando a atitude de forma consciente e fomentar o crescimento do ser humano de forma mais pratica com a auto valorização , auto estima e etc...


1-5 CIDADANIA


-LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA E VALORIZAÇÃO DO POTENCIAL LOCAL


- Usar a sua localização social e espacial como ferramenta do texto a ser criado na pratica da oficina.O conceito de cidadania sempre esteve fortemente atrelado à noção de direitos, especialmente os direitos políticos, que permitem ao indivíduo intervir na direção dos negócios públicos do Estado, participando de modo direto ou indireto na formação do governo e na suaadministração, seja ao votar (direto), seja ao concorrer a cargo público (indireto).


No entanto, dentro de uma democracia, a própria definição de Direito, pressupõe a contrapartida de deveres, uma vez que em uma coletividade os direitos de um indivíduo são garantidos a partir do cumprimento dos deveres dos demais componentes da sociedade, cidadania, direitos e deveres.


-NOÇÕES MERCADOLOGICAS


-Tomar a consciencia que a arte é valorizada sim , como meio e produto da sociedade ,e o rap pode ser um produto do mercado , se bem utiluizado.


-CONTEXTUALIZAÇÃO DA CULTURA HIPHOP NO COTIDIIANO


-Usar a sua experiencia particular para ilustar as suas verdades , a sua rua e a sua familia são naturalmente fontes de inspiração constantes.


-RAP, ARTE E TRABALHO.


- O mercado do hiphop está em franca valorização e sendo o rap sua vitrine principal , a possibilidade de obter sustentabilidade com o rap é real e imensa.


O assunto envolvendo a valorização profissional do artista do Hip-Hop vem sendo debatido a longa data.
É realmente muito difícil, num país como o Brasil, onde temos culturas musicais bem instaladas, como o Samba, a MPB, as diversas músicas tradicionalistas – como o Sertanejo – e regionalistas – como o Brega e o Axé – conquistarmos um espaço de destaque na mídia de massa (rádio, jornais e, principalmente, televisão).


É exatamente através desses meios de comunicação, que atingem a milhares de lares pelo país afora e são de grande poder apelativo, que conseguiríamos “melhor inclinar” a mesa, se é que vocês me entendem... Mas o acesso é restrito a apenas alguns de nossos artistas. Talvez - e vale a pena nos perguntarmos - seja porque eles tem um posicionamento mais profissional e horizontes mais abertos? É uma possibilidade.

A verdade é que o espaço que atingimos, nosso nicho de mercado, ainda é muito pequeno e pouco desenvolvido. Existem dois tipos de "consumidores do Hip-Hop". Áqueles que não têm conhecimento real do que representa a cultura, nem de sua história, nem de seus personagens, nem de sua profundidade... São os chamados "consumidores da moda".


Não são em sua maioria ricos, como se pode achar. Muitos deles vivem também nas periferias do Brasil. Consomem a música Rap ao mesmo tempo em que consomem o Pagode, o brega, a música eletrônica, o disco da novela das nove e por aí vai...


E temos ainda, uma minoria, mais informada sobre a cultura de rua, principalmente a música Rap mainstream - aquela que passa na TV, na rádio, nas revistas mais pops e outros espaços. Ambos tem poder de compra (seja na loja, seja no "pirata" lá no centro da sua cidade), mas não representam (ainda) poder suficiente pra movimentar nosso mercado como é o "liquidificado" mercado norte-americano.


Claro, a gente, que movimenta os meios de comunicação do Hip-Hop, os próprios artistas (MCs, DJs, Graffiteiros e Dançarinos), bem como produtores e beatmakers, representam uma outra parcela de "consumidores", pois, além de produzirem, também buscam material, no Brasil e fora dele, por lojas, virtuais ou não, e pela Web em geral, através de downloads ou métodos assemelhados.


ESTE É UM DOS MEUS LEGADOS PARA A HUMANIDADE!!!

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21 de set de 2011

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Slow Dabf

    Eu bebo café... a Claudia, Leite.

    Eu venho da cidade... a Vanessa, da Mata.

    Eu sou estudante...a Patrícia, Poeta.

    Eu compro copo... a Glória, Pires.

    Eu não fiz, mas a Bete, Faria.

    Eu coleciono selos... o Antonio, Bandeiras.

    Eu gosto de guerra e a Juliana, Paes.

    Eu não mato, mando Mauricio Matar.

    Eu conto os anos... a Cameron, Diaz.

    Eu gosto de maçã... a Camila, Pitanga.

    Eu solto pipa...a Claudia, Raia.

    Eu só morro uma vez, a Alanis Morriset.

Ricardo Haak, Leonardo de Assis, Kr Eu e outras 39 pessoas curtiram isso.

Fabíola Oliveira péra aí! sério! num 'guento... (rindo alto!!!)

Victor Menezes Mathias Muito bom!!

Jefferson Sabino KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK BOA

Iane Santana Gostei kkkkkk·

Mary Gaspari Hahahaha! Porra,to me estragando aqui!

Fabinho Teixeira kkkkkkkkkkkkkkkkk, legal!

Slow Dabf olha a Mary Gaspari se estragando ..tschi tschi tschi...alguem tem uma colheitadeira pra colher a gaspari????????????????????? querida!!!

Sandro Machintal Só tu mermo! hehe

Mary Gaspari Porra, Slow! Hahaha!

Slow Dabf TEM MAIS...Aqui o mar tá tranquilo, lá o Marlonbrando, meu ano foi bom, o do Keanu Reeves!!!

Sandro Machintal Putz, acabei de ouvir essa! Da onde tá vindo essa porra? Parachoque de caminhão? hahahahá


Diogo Nonato Correia Medeiros kkkkkkkkkkhá

Diogo Nonato Correia Medeiros Essa eu vou "ROUBARTILHAR" hahahahahhahá


Slow Dabf EIIIIIIIIIIII TEM MAIS...

Slow Dabf Eu comprei uma flor e o Tony Ramos. Eu gosto de vinho tinto e a Debora Secco..

Diogo Nonato Correia Medeiros Serio???? MAndae

Diogo Nonato Correia Medeiros ja peguei a Do keanu Reeves tmbm hein?? kaka

Slow Dabf TEM MAIS...eu estou acompanhadO, Silvester Stallone
eu não quis, Cássia kiss,,,TO BOLADO HJ....

Diogo Nonato Correia Medeiros kkkkkkkkkkkkkkkkkk

Diogo Nonato Correia Medeiros Força que vem mais kakakaka

Slow Dabf IH MANO SEMPRE Q ALGUEM FORÇA MUITO ..VEM OUTRA COISA

Slow Dabf MARIA TEM O CU FIRME ..FRANCISCO O CU OCO...

Diogo Nonato Correia Medeiros kkkkkkkkkk

Slow Dabf MARCINHA DA DE 4 MARCELO D 2...MARCOS DROMEDARIO ..MARCELO CAMELO....MARCOS INTEIRO...MARCELO SERRADO..

Diogo Nonato Correia Medeiros kkkkkkkk CAralho Slow tu é foda kakakkaa

Slow Dabf BROTHER É AZUL .MANO, BROWN.
Slow Dabf OLHA ESSA Diogo Nonato Correia Medeiros ...DIEGO CINTO..NONATO CORREA...

Diogo Nonato Correia Medeiros caraca vou ficar a noite toda rindo aqui

Diogo Nonato Correia Medeiros kkkkkkk

Slow Dabf

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Diogo Nonato Correia Medeiros Mijei aqui porra kkkkkkkkkkkkkkkk

Slow Dabf QUE SORTE..TEVE MINA Q CAGOU..KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKK

Slow Dabf MARIA MORRO BRANCO FERNANDA MONTENEGRO...

Diogo Nonato Correia Medeiros kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Slow Dabf IGOR INCA...PAULO ASTECA...CESAR MAIA...

Diogo Nonato Correia Medeiros kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Mary Gaspari Eu não estive, Adriana esteves. Eu chupo limão, Fernanda Lima. Eu prefiro casas, Fernanda Torres. #também sei brincar. Rs!

Slow Dabf valew Mary Gaspari...

Diogo Nonato Correia Medeiros kkkkkkkkk

Besoro Anêmico kkkkkkkkkkkk criatividade constante esse é o slow!!!

Beatrice Esposito Fantastico! ;)

Débora Cajueiro Boa, mto boa!

Débora Cajueiro Boa, mto boa!

Alberto Ellobo Você riu dessa parábola??? Não?? O Damon Hill.....

kkkkkk

Wilson Nenen Jah Bless ‎... não só nós, mas a Lawryn também Hill. Muito foda Slow.

Alba Cristina Silva Adorei!!

Lygia Pinheiro de Aguiar Foi você quem criou? Ótimo, parabéns!

Marcelo Don porra ta demais mc. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Juliano Oliveira ahauhauahauhau..demais!